sábado, fevereiro 25, 2012


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Comentario:
Estranhamente, quando soube do lançamento desse livro, me encontrei furiosa.
Como a Sra. Meyer ousava escrever sobre um personagem tão banal que apareceu por 5 minutos em Eclipse, enquanto nós aqui implorávamos para que ela terminasse Midnight Sun? Estávamos - e ainda estamos - sedentas pela visão de Edward.
É. Eu estava errada.
A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, assim como os outros livros de Stephenie, foi de uma leitura muito fácil (na minha opinião) e se eu levei quatro horas para lê-lo foi muito. (ele é bem pequeno se comparado aos outros cinco livros da autora)
Logo de cara já me vi fascinada e revoltada ao ver o Universo Twilight pelos olhos de Bree.
Bree tinha apenas 15 anos quando foi transformada e tinha uma história de vida dramática: seu pai era abusivo, ela fugiu de casa, passou fome nas ruas.
E, wow, de repente, tudo se modifica quando ela é acolhida por um cara incrivelmente lindo que lhe oferece um hambúrguer.
Claro que se tratava de Riley. E Riley a leva para Victoria e vocês já podem imaginar a dor da transformação.
Bree então se torna uma vampira recém-criada.
Sua vida - que já não era fácil - passa a se tratar de instintos, morte e sobrevivência. E ela tem que viver escondida e constantemente pronta para matar ou morrer.
E quem diria? Um mundo de uma recém-criada de repente parece muito mais interessante do que o de uma humana incoerente e desastrada!
Tem manipulação, mentiras, intrigas, brigas, mortes... E claro: romance e amizade.
Diego e Fred foram dois personagens muito interessantes e, ao menos um deles, eu gostaria de ver novamente se houvesse outro livro da saga. (o outro eu apenas lamento!)
Eu nunca senti aversão por Riley – achava ele meio patético. Mas tudo mudou quando eu li A Breve Segunda Vida de Bree.
A raiva que eu senti dele, só não se comparou a raiva que eu já sentia pela Victoria e pelos Volturis!
A maneira como ele enganou, como ele manipulou todos aqueles recém-criados, foi de uma frieza (e de uma proeza também) que deixaria até o Aro impressionado. (Claro que Victoria era a mão que balançava o berço, mas ainda assim!!!)
O livro mostrou um lado muito mais sombrio, muito mais violento dos vampiros, que até então nós ignorávamos... (Os Volturis eram apavorantes de uma maneira muito mais disfarçada e requintada! Afinal, eles não eram selvagens anarquistas como os recém-criados!)
O que nós víamos era os perfeitos Cullens sobre a visão deslumbrada de Bella. E isso não nos dava uma idéia exata do quão cruel esse mundo poderia ser - principalmente para os humanos. (Muitas pessoas queriam ser um Cullen, mas quantas queriam ser um recém-criado?)
Esse livro pra mim, veio demonstrar a importância de Carlisle na Saga. O quanto o amor e a compaixão dele valem a pena, e o quanto ele significa na vida daqueles vampiros que ele uniu - não como um clã - mas como uma família.
Os recém-criados também demonstraram a importância dos Volturis. Como seria o mundo se os vampiros não tivessem essas regras simples?
Não tenho a pretensão de dizer que A Breve Segunda Vida de Bree Tanner é o melhor livro da Saga. Isso seria exagero e desdém com os outros livros, mas ele foi bem-vindo, ao contrário do que pensei primeiramente.
E, assim como a Sra. Meyer, eu lamentei que o final de Eclipse não tenha sido diferente para Bree e que a segunda vida dela tenha sido tão breve.
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